Nas últimas semanas, tornou-se viral a partilha de fotografias pessoais para criar caricaturas através de plataformas de Inteligência Artificial. E se é carregada (também) uma imagem da empresa ou de colegas de trabalho?
Para uma empresa, a questão não é apenas tecnológica, mas sim de proteção de dados, proteção da reputação e, ainda, do direito à imagem dos seus colaboradores (os colegas de equipa que, em principio, não pediram para ser incluídos na caricatura).
A pergunta relevante não é “isto é tendência?”, mas “como é que a empresa lida com isto?”. O Regulamento Interno é, por isso, uma das soluções.
Num contexto em que a Inteligência Artificial evolui mais rápido do que a regulamentação interna das empresas, o verdadeiro risco está na ausência de critérios previamente pensados para proteger o bom nome da empresa, a credibilidade e segredos do negócio, sem esquecer a imagem de todos os seus colaboradores.

Raquel Costa Soares





















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